Trinta horas era o prazo que 41 equipes tinham para criar robôs usando código aberto, no primeiro Hackathon do Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados). O termo “Hackathon” resulta de uma combinação das palavras inglesas “hack” (programar de forma excepcional) e “marathon” (maratona). Os primeiros eventos desse gênero aconteceram nos Estados Unidos. O Hackathon Serpro é um desafio para profissionais e estudantes para desenvolverem bots (robôs), com foco em informações ou serviços prestados à sociedade.

Ludmila Cruz, 24, e Marcelo Araújo, 21, alunos de Engenharia de Softwares da Universidade de Brasília, foram os ganhadores da competição. Eles inspiraram-se nas redes sociais do Senado para criarem um chatbot – robô virtual que simula um ser humano na conversação com usuários. Seu chatbot é capaz de traduzir termos jurídicos em linguagem simples e levar ao cidadão comum informações sobre seus direitos fundamentais. A interface utiliza, de forma integrada, o Facebook Messenger, dados do Código de Defesa do Consumidor e informações do perfil do Senado.