Convenção da COJAE

A COJAE também é uma CONVENÇÃO que estabelece determinados princípios a serem seguidos por todos os ministérios convencionados.

Além disso, os ministérios que decidem por conta própria fazer parte desta convenção recebem cobertura espiritual e consultoria na área da justiça eclesiástica.

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A Convenção da COJAE surgiu em decorrência da necessidade dos ministérios associados de apoio para desenvolver a obra que lhes fora incumbida por Deus.
Com a criação da Convenção foram definidos objetivos em comum pelos quais os convencionados devem trabalhar diariamente. Por isto, as entidades relacionadas com a justiça privada e que compartilham dos princípios que regem esta convenção também podem participar do trabalho por ela realizado.

 

Objetivos

  • Disseminar os valores judaico-cristãos;
  • O pluralismo religioso será defendido, tendo a Bíblia e a Carta Magna como referência;
  • Estimular o desenvolvimento pessoal do indivíduo dando a ele subsídios para não ser manipulado;
  • Exercer assistência com a promoção da participação dos seus membros (autoridades eclesiásticas, conciliadores, mediadores e árbitros jurídicos);
  • Zelar sempre pela hierarquia, inclusive pela ação disciplinar diretiva sobre os seus membros;

Paz queridos… O povo cristão tem obrigação de bom convívio entre os irmãos e o pluralismo religioso implica exatamente nisso: defender um ponto de conversação e convivências de forma saudável entre os diferentes pontos de vista.
Não preciso concordar com suas práticas, mas preciso entender que, cada um tem o seu direito à livre expressão e à livre escolha, daquilo a que quer seguir.
Isso inclusive faz parte do que nos diz a Sagrada Palavra:

“Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.” (Js 24:15)

Ou como nos confirma:

“Eu sei as tuas obras, que nem és frio nem quente. Tomara que foras frio ou quente!
Assim, porque és morno e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.” (Ap 3:15-16)

Vemos confirmado pelo Verbo, pelo que é o Sim e o Amém, que todo homem deve buscar um lado de que ficar e defender, porém, analisando firmemente, vemos a necessidade de um convívio saudável, mesmo com os diferentes.
Lembrando que não vivemos mais sob as leis de Talião, ou o código de Hamurabi.
Hoje vivemos sob um regime “democrático” (e o coloquei entre aspas, justamente pelo fato de esse regime ser falso), e notamos que sob esse regime democrático, estamos sendo perseguidos por fundamentalistas de outras formas de conduta, e vemos todos os nossos códigos e valores sendo destruídos, com o objetivo claro, da instauração do reinado de satanás.
Mas não devemos esquecer, que nós mesmos, em muitos momentos exercemos esse mesmo fundamentalismo, com irmãos muito próximos, apenas porque pertencem a outras denominações.
Não igorar a total falta de cabimento do pluralismo, com o “inclusivismo”, que dá um certo ar de que nenhuma religião é a certa, ou que todas as religiões levam à verdade. Posto que não é porque em uma religião os fiéis estejam esperando pelo Messias que eles não estejam seguindo os ensinamentos de Jesus Cristo, ou seja, que não possuam verdades e valores verdadeiros.
Não confundir jamais, pluralismo, com ecumenismo, ou mesmo sincretismo, o que são coisas totalmente diferentes.
Sendo então o que penso acerca do assunto, segue aqui um breve esclarecimento, para que não pairem dúvidas. (apóstolo ely silmar vidal – 25082016)