Moros mais rigorosos que o original

Postado em 9 de agosto de 2016
Notícia extraída da coluna de Augusto Nunes.
Leia o artigo aqui, principalmente se você ainda não conhece o Augusto.
O juiz da 7ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro, Marcelo Costa Bretas, sentenciou a 43 anos de prisão o vice-almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, ex-presidente da Eletronuclear, condenado por corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, organização criminosa e embaraço à investigação.
  O esquema corrupto, que funcionou anos a fio, consistia em manipular as licitações das obras da usina Angra 3.
 A denúncia contra o ex-presidente da Eletronuclear, e mais 13 envolvidos, foi aceita pelo juiz Sérgio Moro em 3 de setembro de 2015.
Em 30 de outubro, o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, determinou a transferência do caso para a Justiça Federal no Rio.
 Em 2 de dezembro de 2015, o juiz Bretas aceitou a denúncia contra os 14 acusados.
 Em 4 de agosto, passados apenas oito meses, Othon Luiz Pinheiro da Silva foi sentenciado a 43 anos de prisão.
O juiz ainda condenou mais 12 envolvidos nas patifarias.

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