A arte da mediação

Postado em 25 de outubro de 2016

Mediar faz parte do nosso dia-a-dia.

Todos os dias temos que mediar desde pequenas rusgas até verdadeiras guerras entre nossos amigos e conhecidos. E há momentos em que precisamos nos colocar como um terceiro tentando mediar nossos próprios conflitos internos.

Por essa razão o mediador é muito importante no meio jurídico e o resultado de seu trabalho é muito apreciado pelos juízes.

mediador

O mediador, e o mesmo vale para o conciliador, pode ser o elo que faltava para restaurar uma relação fragilizada.

Praticamente todos os processos levados à Justiça passam por uma fase de conciliação, momento em que o juiz busca o entendimento entre as partes a fim de por fim ao litígio de maneira rápida, eficiente e benéfica para todos os envolvidos.

A juíza Luciana Sorrentino, coordenadora do Núcleo Permanente de Mediação e Conciliação do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) apoia estas formas de solução de conflitos. Sobre a conciliação, a magistrada afirmou que “reduz o tempo de tramitação do processo, o custo emocional e financeiro, de se estar tocando um processo por um longo prazo”, e o mesmo pode ser dito sobre a mediação.

É muito comum que o conciliador contribua para chegar ao acordo ao oferecer soluções. O mediador, por outro lado, não propõe nenhuma solução. Ao mediar ele busca garantir que as partes entendam umas às outras e não saiam prejudicadas.

Mas isso não é demérito para nenhuma dessas soluções de conflitos. O objetivo de ambas é o mesmo: por fim ao conflito. Contudo, a mediação tem também a intenção de acabar com o conflito no plano do relacionamento, reestabelecendo o convívio harmônico.

A atualização no Código de Processo Civil “(…) trouxe tudo isso [conciliação e mediação] para a fase inicial do processo, porque, antes, estava localizado mais para frente. Então, depois da contestação, depois da especificação de provas é que se fazia a audiência conciliação. Agora não. Agora, o autor ajuiza a ação, e o juiz, se receber a inicial, já tem que designar a audiência”, explicou a juíza.

A opinião da juíza está pautada nos princípios que regem a profissão, pois têm poder de gerar acordos muito rapidamente. Esses princípios estabelecem que o processo deve iniciar a partir da vontade das partes, que terão garantido os seus direitos ao sigilo do processo. Ainda, além de terem a presença de um terceiro imparcial, contam com a interdisciplinaridade advinda da formação do mediador e de profissionais especializados que podem ser contratados para avaliar o litígio de um ponto de vista técnico.

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Alexandre Vidal

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