Postado em 3 de janeiro de 2017

O  secretário de Segurança Pública do Amazonas. Sérgio Fontes disse a respeito do massacre:

“Nós não perdemos o controle do sistema prisional. O sistema prisional continua sob controle. O que aconteceu, aconteceu nos primeiros minutos de rebelião. Nós não teríamos, realmente, como evitar. Quando chegamos lá, as mortes já haviam ocorrido e só restava negociar”

O Antagonista comentou sua declaração, sob o titulo Ficamos mais tranquilos:

Os “primeiros minutos” de guerra no presídio Anisio Jobim renderam 56 mortes e 184 fugas.

Também criticou manchete por noticiar o óbvio:

“Ministério da Justiça se coloca à disposição do governo do Amazonas”  […]

Notícia não seria o contrário?

De acordo com a Umanizzare, empresa responsável pela gestão do Complexo Anísio Jobim, a unidade abriga 1072 internos, e é o maior presídio do Amazonas.

Contudo o site da SEAP – Secretaria de Estado de Administração Penitenciária diz que sua capacidade é de 588 presos. A empresa deve receber uma multa pelo acontecido, o que não deve abalar seu contrato milionário com o Estado.

Então ficamos assim: o massacre pode se estender e se repertir, porque o PCC deve revidar a chacina promovida pela Família Norte, e não há como separar os líderes das facções dos demais presos porque a polícia não sabe quem são eles. O PT vai aproveitar para pedir a soltura de presos, especialmente os da Lava-Jato, que é o que ele sempre faz quando crimes viram notícia.Pelo menos 143 já estão soltos, são os que não foram recapturados dos 184 que fugiram do presídio de Manaus. E você, caro leitor-contribuinte, vai pagar a indenização aos familiares dos presidiários mortos.

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