Como resolver o problema dos presídios.

Postado em 26 de janeiro de 2017

Excertos do artigo O BRASIL SÓ TEM CONSERTO POR INTEIRO, de Fernão Lara Mesquita.

O crime organizado é a objetividade ultrarradicalizada. Os caminhos entre decisão e execução são diretos e retos como a trajetória das balas e o fio dos facões. O Estado brasileiro, refém das corporações do funcionalismo, é a última expressão de um jogo de sombras multicentenário. Nada ali é o que parece, cada passo de cada processo é um Everest a ser vencido.

[…]

Menos de 2% dos assassinos têm sido julgados e condenados no País, dos 60 mil homicídios por ano. O crime máximo, o crime irreversível, a desgraça irremediável repete-se 164 vezes por dia, 365 vezes por ano, mas para os seus autores há sempre remédio. Eles estarão de volta às ruas em cinco ou seis anos, em média; 70% voltarão para o cárcere depois de matar e desgraçar irremediavelmente outra vez, mas o Estado que não consegue habilitar as crianças que se lhe entregam virgens seguirá impávido, tomando como exclusiva a “vocação reabilitadora” dos tugúrios aos quais recolhe suas bestas-feras.

[…]

O Estado não conseguirá entrar nas penitenciárias dominadas pelo crime se não conseguir entrar nos enclaves corporativos que mantém indevassáveis. Não há como instilar-lhe funcionalidade sem impor-lhe a lei do merecimento. Não há como impor-lhe a lei do merecimento sem o fim da estabilidade perpétua.

Não se restabelecerá a segurança pública, dentro e fora dos presídios, antes que se restabeleça a segurança econômica. E não se restabelecerá a segurança econômica antes que se estabeleça a igualdade perante a lei.

[…]

Para Haver Líderes Exige-se Liderados.

  Por Michael I. Knowles, no Daily Wire. Ninguém deprecia o presidente Trump melhor do que o presidente Trump - basta perguntar a ele. E, no entanto, apesar de toda a fanfarronice e jactância, o homem que não conseguia ver um prédio sem querer...

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