Políticos e Juízes no Carnaval igualam-se na conduta imprópria

Postado em 28 de março de 2017

Augusto Nunes comenta em sua sessão Sanatório Geral, as frases, principalmente de políticos, que se destacam na imprensa.

“Não bota a mão em mim. Sabe quem sou eu?”. (Marco Antônio Cabral, deputado federal, ao ser barrado na porta de um camarote durante o desfile das campeãs do Carnaval carioca, indignado com o segurança que ousou impedir a entrada do filho do ex-governador engaiolado em Bangu por corrupção, lavagem de dinheiro e ladroagem desenfreada, fora o resto)

 

A coluna Radar On-Line registrou o mau exemplo de juízes de altas cortes.

Magistrados do alto escalão aproveitaram um espaço exclusivo no sambódromo. O camarote foi organizado pelo juiz Pedro Henrique Alves, titular da 1ª Vara da Infância, Juventude e Idoso. Entre os convidados estava o ministro Mauro Campbell Marques, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A profusão de juízes, desembargadores e parentes credenciados era tamanha que irritou a Riotur, órgão da prefeitura carioca responsável pela organização da folia. Houve até ameaça de barrar convidados, o que foi rapidamente resolvido na base da carteirada.

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O deputado federal Marcelo Ramos (PL-AM) abriu mão de sua candidatura à Presidência da Câmara dos Deputados. Aliado do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Ramos integrava uma lista de pré-candidatos que contava com o apoio de Maia para sucedê-lo em fevereiro de...

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