Procurador da República preso

Postado em 21 de maio de 2017

Em sua delação premiada, Josley Batista disse que desembolsava uma mesada-propina de 50 000 reais ao procurador da República Ângelo Goulart Villela. O dinheiro seria pago “a título de ajuda de custo”, em troca de informações privilegiadas da investigação.

Villela, integrava a força-tarefa responsável pela operação Greenfield, que tinha a JBS como um dos alvos.

Ângelo Goulart Villela, da Procuradoria da República do Distrito Federal, passava informações a Joesley Batista sobre as investigações que miravam nele e na JBS.

Logo que passou a atuar na força-tarefa responsável pela Operação Greenfield, informações sigilosas discutidas apenas nas salas trancadas do Ministério Público apareciam nos argumentos e nas petições dos advogados da JBS.

A partir de então, Villela passou a ser alvo de um monitoramento permanente, em que foram flagrados diálogos escabrosos dele com Joesley.

Na Procuradoria, suspeita-se inclusive que, graças a Villela, Joesley não tenha sido preso na semana passada, quando a PF foi às ruas e não encontrou o empresário, que estava nos Estados Unidos.

Leia a notícia completa na coluna Radar On-Line, de Mauricio Lima, na Veja, aqui e aqui.

 

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