Funcionário Público Ganha Pouco?

Postado em 15 de novembro de 2017

Funcionário público, você está reclamando dos salários? Bom, quem não reclama?

Mas é que diminuiu o seu poder aquisitivo? Bom, então falta sensibilidade, e o exercício de colocar-se no lugar do outro, para entender que o cidadão mais pobre, nem sonha que existem as coisas que  você usufrui. A ele só resta se resignar com a qualidade e quantidade do serviço fornecido pelos servidores públicos.

Luislíndia Valois (não se sabe se com ou sem maquiagem, perfume, chinelinho)

— Eu, como desembargadora aposentada, posso botar um chinelinho simples e ir a qualquer lugar. Mas como ministra de Estado, não posso fazer isso. Eu tenho uma representatividade. Não de luxo, mas de pelo menos me apresentar trajada dignamente. É cabelo, é maquiagem, é perfume, é roupa, é sapato, é alimentação. Porque, se eu não me alimentar, eu vou adoecer e, aí, vou dar trabalho para o Estado. É tudo isso que tem que ter. Então, eu pedi, formulei o pedido, como qualquer pessoa que se achar no direito pode requerer. Estou com um salário aqui, neste mês, de R$ 2.700. Para uma responsabilidade que se tem…

O editorial do Estado de São Paulo é sobre a funcionária pública, negra, da declaração acima, que considera R$ 30.000,00 situação equivalente a trabalho escravo:

“Vivendo em uma espécie de universo paralelo, muitos servidores públicos parecem não entender que os recursos que bancam o funcionamento da máquina estatal não brotam da terra, por geração espontânea, e sim resultam de impostos e contribuições pagos pelos brasileiros, que, em contrapartida, são maltratados pela burocracia e pela precariedade do serviço que ajudam a financiar.

Como se o dinheiro destinado ao funcionalismo fosse farto ou mesmo infinito, avolumam-se reivindicações das mais variadas espécies, em geral divorciadas da realidade.[…]

A ministra [Luislinda Valois] e muitos de seus colegas de serviço público – particularmente no Judiciário, de onde ela é oriunda – não se mostram preocupados com a situação do País, como se não lhes dissesse respeito e como se uma parte considerável do buraco nas contas públicas não tivesse sido criada justamente pela imensa generosidade do Estado para com seus funcionários, ignorando os limites da lei. Se alguém ainda tem alguma dúvida sobre os estragos causados por essa conduta, basta observar a falência de vários Estados, particularmente o Rio de Janeiro, cujo governo se entregou durante anos à mais desbragada demagogia ao beneficiar seus funcionários com reajustes salariais irreais, que agora, é claro, não consegue honrar.”

Resistência à PEC da Imunidade uniu PT e Novo na Câmara

Apesar da articulação do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata sobre a imunidade parlamentar foi retirada da pauta do plenário, na tarde desta sexta-feira, 26, e enviada a uma comissão especial....

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