Nenhum Direito a Menos.

Postado em 29 de novembro de 2017
Com o fim do imposto sindical, sindicatos começam a fechar as portas. Trabalhadores adapatam-se quando seus ofícios tornam-se obsoletos, enquanto parasitas perecem se sua fonte de vida cessa. Parece ser o caso dos sindicatos.
Artigo adaptado der Marcelo Farias, no ILISP.

A CUT (Central Única dos Trabalhadores) iniciou  um Programa de Demissão Incentivada (PDI) para quase 60% dos seus 178 “trabalhadores”.

Essa decisão vai contra o seu alegado  “compromisso com a defesa dos interesses imediatos e históricos da classe trabalhadora”. Outra coisa que ela sempre disse fazer foi lutar  “por melhores condições de vida e trabalho”, o que significa sempre mais “direitos trabalhistas” ou o famoso bordão: “nenhum direito a menos”.

Aliás, pagar “direitos” é muito pouco. De acordo com a CUT, a entidade trabalha “no processo de transformação da sociedade brasileira em direção ao socialismo”.

Hipocrisias e mentiras da CUT:

– declara-se socialista, mas não socializar o prédio de sua sede, no Brás, em São Paulo. Deveria, já que propriedade privada é coisa de capitalista.

– defende, desde 2002, o fim do imposto sindical – inclusive com um site exclusivo para conscientizar os trabalhadores sobre a necessidade de extinguir a obrigação.

– não tem dinheiro para manter funcionários mas:

  •  financia o DIEESE – aquele departamento de “análises geniais” que vira e mexe aparece na mídia para dizer que o salário mínimo deveria ser o triplo do atual – e, pasmem, assessorar os políticos “golpistas” do governo Temer por meio do DIAP;
  • seus líderes participam de ótimos churrascos “contra o neoliberalismo” em Montevidéu (Uruguai);
  •  paga pesquisas  à a Vox Populi para mostrar Lula sempre à frente.

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