Alessandro Vieira defende ampliação do auxílio emergencial até março de 2021

Postado em 15 de dezembro de 2020

Projeto de Lei (PL 5495/2020) defende nova extensão do auxílio emergencial em 2021. O senador Alessandro Vieira (Cidadania – SE) do protocolou nesta segunda-feira, 14, a proposta que busca ampliar o benefício para o próximo ano. Segundo ele, a medida se faz necessária frente a inexistente “condição de retomada do mercado de trabalho” e ausência de um plano de vacinação contra a Covid-19. “A pandemia não se encerrou e as condições necessárias para a retomada do mercado de trabalho não estão impostas. Não temos um plano de vacinação adequado, não temos uma retomada consistente. Deixar a situação ao abandono não se pode fazer, não tem como se imaginar que milhões de brasileiros vão abaixo da linha da pobreza [sem a ampliação em 2021]”, explica ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan.

A proposta é ampliar o benefício por mais três parcelas, mantendo o valor atual de R$ 300 por mês. A medida abrangeria mais de 60 milhões de brasileiros, com custo estimado em R$ 50 bilhões para os três pagamentos. Segundo Vieira, o  valor da nova extensão seria custeado “pelo aumento do endividamento” da máquina pública. “O mercado precisa de previsibilidade, não dianta imaginar que o Brasil vai funcionar sem o auxílio e sem vacina. Isso não vai acontecer. Imagina uma massa de milhões de brasileiros que deixaram de ter renda, não tem acesso ao mercado de trabalho, como eles vão se portar? Não é uma ampliação irresponsável, é necessária para ter a construção de um caminho. Enquanto vários países já estão no roteiro de saída, o Brasil está pensando em comprar seringa. Tem que pensar nas pessoas que mais precisam.”

Ao ser questionado sobre a problemática do endividamento público, Alessandro Vieira voltou a reforçar que a proposta de extensão é uma “medida necessária” pela situação sanitária e econômica do Brasil. “É a necessidade imposta, são os fatos se colocando. Não é uma vontade política, muito menos populismo. A gente não está nessa linha, queremos manter o mínimo necessário para ter um processo de saída do auxílio emergencial e retorno ao mercado de trabalho. A gente está repetindo o roteiro do começo da pandemia. O importante é minimizar essa situação, garantir essa ponte de passagem da sociedade brasileira e depois retomar a austeridade fiscal. Mas não podemos fazer isso esquecendo dos milhões de brasileiros que precisam de assistência do Estado.”

Fonte do artigo:

Política – Jovem Pan

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Trechos extraídos ou texto replicado na íntegra do site abaixo.
Autoria do texto: Jovem Pan.
Data de Publicação: 15 de dezembro de 2020.
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