Mourão prevê disputa apertada na Câmara e defende boa relação com candidatos

Postado em 12 de janeiro de 2021

O vice-presidente da república, general Hamilton Mourão, prevê uma disputa apertada na eleição para a presidência da Câmara dos Deputados, que aconteceem fevereiro. Na avaliação dele, é importante que o Palácio do Planalto mantenha uma boa relação com todos os candidatos, para evitar qualquer tipo de resistência independentemente do resultado. Mourão reconhece que muitas matérias consideradas essenciais pelo governo estão paradas no Congresso Nacional e que a postura do responsável por pautar as discussões no plenário da Câmara será essencial para o sucesso da administração do presidente Jair Bolsonaro. De qualquer forma, ele lembra que os dois principais candidatos, os deputados Arthur Lira e Baleia Rossi, se posicionaram na maioria das vezes ao lado do governo. “Eu acho que qualquer hipótese o governo tem que ter uma boa conexão, uma boa ligação com a Câmara e o Senado, no sentido de conseguir aprovar o que é necessário para o país avançar. Na minha visão, os dois candidatos se você for analisar, em mais de 90% dos casos, votaram com o governo.”

Hamilton Mourão retornou ao trabalho nesta segunda-feira, 11, após ter testado positivo para a Covid-19 em 27 de dezembro. Segundo ele, foram três dias do que chamou de ‘sintomas mais pesados’ – que com a medicação receitada, o que inclui hidroxicloroquina, logo foram superados. Ao contrário do presidente Jair Bolsonaro, Mourão afirma que, mesmo tendo anticorpos no organismo, está na fila para tomar a vacina contra o coronavírus. “Eu acho que a vacina é para o país como um todo, é uma questão coletiva, não é individual. O individuo aqui está subordinado ao coletivo, neste caso”, disse. Mourão disse ainda que acompanhou o noticiário durante o isolamento e garantiu que a campanha de vacinação não será prejudicada por falta de insumos. Ele garantiu que o Ministério da Saúde já vem se preparando para a situação há algum tempo e lembrou que os estados já têm o material necessário para iniciar a imunização da população. Além disso, de acordo com o vice-presidente, o governo federal pode requisitar seringas e agulhas para complementar o que for necessário.

*Com informações do repórter Antônio Maldonado

Fonte do artigo:

Política – Jovem Pan

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Trechos extraídos ou texto replicado na íntegra do site abaixo.
Autoria do texto: Jovem Pan.
Data de Publicação: 12 de janeiro de 2021.
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