‘Medidas restritivas extrapolam até mesmo um estado de sítio’, diz Bolsonaro

Postado em 31 de março de 2021

Um dia depois do Brasil bater um novo recorde no número de mortes causadas pela Covid-19, com 3.780 óbitos registrados em 24 horas, segundo dados do Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde (Conass), o presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar as medidas de isolamento social adotadas por prefeitos e governadores. Na coletiva de imprensa em que o governo federal anunciou a data do início de pagamento da nova rodada do auxílio emergencial, Bolsonaro disse que “não é ficando em casa que vamos resolver esse problema” e que “essas medidas restritivas, com toque de recolher, com supressão do direito de ir e vir, extrapolam, e muito, até mesmo um estado de sítio”. “O Brasil tem que voltar a trabalhar. A população brasileira tem que voltar a trabalhar. Alguns decretos tem superado, e muito, o que seria até um estado de sítio no Brasil. O estado de sítio não é o presidente que decreta, ele pode mandar o decreto para o Parlamento, mas só depois que a Câmara e o Senado concordem com isso é que ele entraria em vigor lá na frente. Essa política, entendo eu, desse isolamento, dessas medidas restritivas, com toque de recolher, com supressão do direito de ir e vir, extrapola e muito até mesmo um estado de sitio. Eu apelo a todas as autoridades do brasil que revejam essa política e permitam que o povo vá trabalhar”, afirmou.

O auxílio emergencial começará a ser pago na terça-feira, 6, e terá quatro parcelas, com valor médio de R$ 250 – o benefício pode variar de R$ 150 a R$ 375, a depender da configuração familiar. “Essa política [de isolamento social] ainda está sendo adotada, mas o espírito dela era buscar achatar a curva de contaminação enquanto os hospitais se preparavam com leitos de UTI, respiradores, para que as pessoas não viessem a perder suas vidas por falta de atendimento. O governo federal dispensou bilhões de reais para a Saúde. O governo sabe que não pode continuar por muito tempo com estes auxílios, que custa para toda a população e pode desequilibrar a nossa economia. O apelo que a gente faz aqui é que essa política de lockdown seja revista. Isso cabe, na ponta da linha, aos governadores e aos prefeitos. Só assim poderemos voltar à normalidade. Temos assistidos em vários países na Europa uma fadiga, um estresse, no tocante à política de lockdown. A população não apenas quer, precisa trabalhar. Nenhuma nação se sustenta por muito tempo com esse tipo de política. Queremos voltar à normalidade o mais rápido possível, buscando medidas para combater a pandemia, como temos feito com a questão das vacinas. O Brasil, em números absolutos e em números relativos também, está em uma posição bastante privilegiada. Gostaríamos de ser os primeiros, mas fazemos o possível para atender a população com vacinas”, disse o presidente da República.

Fonte do artigo:

Política – Jovem Pan

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Trechos extraídos ou texto replicado na íntegra do site abaixo.
Autoria do texto: Jovem Pan.
Data de Publicação: 31 de março de 2021.
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