Comissão da PEC do voto impresso vai receber auditores, especialistas e representantes do TSE

Postado em 18 de maio de 2021

Foi definido nesta segunda-feira, 17, o plano de trabalho da comissão especial da Câmara que vai discutir a proposta do voto impresso. A PEC estabelece que, após a votação eletrônica, seja impressa uma cédula com o registro do voto. Após o eleitor conferir, ela seria depositada em uma urna instalada junto à urna eletrônica. A princípio, vão ser seis audiências para discutir a matéria. A comissão deve receber auditores e analistas independentes, representantes do Tribunal Superior Eleitoral, especialistas em criptografia e segurança cibernética e ex-ministros do TSE. Os atuais membros do Tribunal também podem ser chamados. O relator, deputado Filipe Barros (PSL), estima que a matéria pode ir ao plenário da Câmara em julho.

“O calendário atrasado e a atual situação sanitária do Brasil, recomendamos enfrentar a matéria de forma objetiva para que votemos o parecer neste colegiado, ou seja, no plenário da Câmara até o fim de julho. Haja vista que a matéria exigirá o pronunciamento do plenário da Câmara dos Deputados em dois turnos e do Senado Federal.” A pauta é incentivada pelo presidente Jair Bolsonaro, que já chegou a indicar que o atual sistema de votação pode ser usado para fraudes a favor do ex-presidente Lula nas eleições de 2022. Para o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), a urna eletrônica não permite saber se houve fraude na votação.

“O que a gente fica insatisfeito é porque, como que até hoje a gente não tem umam aneira de auditar as nossas urnas. Da mesma maneira que não temos como comprovar que teve fraude, o outro lado não tem como compravar que não teve É isso que tentamos colocar um ponto final aqui.” Se a comissão não concluir os trabalhos a tempo, existe uma outra maneira de o voto impresso ser incluído nas regras para as eleições de 2022. Uma comissão especial foi instalada na Câmara para debater, de forma mais ampla, uma reforma eleitoral visando o pleito do ano que vem. A implantação das cédulas em papel pode ser incluída nas discussões.

*Com informações do repórter Levy Guimarães 

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Política – Jovem Pan

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