Senador defende atuação de Pazuello na Saúde: ‘Conseguiu fazer a tragédia ser menor’

Postado em 21 de maio de 2021

O senador Marcos do Val (PODE) considera que a atuação do general Eduardo Pazuello à frente do Ministério da Saúde conseguiu evitar “uma tragédia maior” com relação à pandemia de Covid-19. Na avaliação do parlamentar, o ex-integrante do governo viveu um momento “muito caótico”. “Pazuello pegou momento de muito caos, totalmente caótico e na posição, como general, ele conseguiu fazer a tragédia ser menor e entregou a pasta para um médico”, disse em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan, considerando que há uma tentativa de culpar o ex-ministro pelas consequências da crise sanitária. “Era um momento muito caótico. Até fiz um simbolismo, como se uma aeronave estivesse em rota de colisão, rota de colisão é que ele ia e colidiu. Muitos falam que ‘Pazuello levou a esse número de mortes’, é tudo achismo. Se fosse outro ministro, provavelmente, chegaria a isso ou a mais, porque o que está matando é o vírus”, afirmou. Marcos do Val avaliou ainda a presença do ex-chefe da Saúde na CPI da Covid-19. Segundo ele, Pazuello chegou “como um general, não como ex-ministro”.

“Se posicionou com firmeza, foi objetivo. Senti Pazuello uma pessoa diferente de quando era ministro. Até dá para entender que antes tinha a hierarquia, a posição estava mais confortável, o habeas corpus deu blindagem”, afirmou, ressaltando que todas as questões necessárias foram esclarecidas durante a oitiva. O parlamentar também criticou a condução da CPI que, segundo ele, está “funcionando para falar sobre cloroquina”, como instrumento de “palanque político” e para “blindar os governadores” de investigações sobre os recursos enviados pela União. “É uma coisa notória a postura do relator e do vice-presidente querendo que o convidado possa fala o que eles querem ouvir. Só vamos sentir que estamos produzindo quando começar oitiva com governadores, porque o dinheiro estava com eles e a decisão estava com eles”, pontuou, criticando também a possível apresentação de um pré-relatório por Renan Calheiros. “Tem que finalizar quando terminar, com muita cautela, muita prudência, com todo mundo chegando a essa conclusão. Não fazer um relatório para aproveitar e fazer campanha eleitoral, é só para isso que vai servir.”

Fonte do artigo:

Política – Jovem Pan

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Trechos extraídos ou texto replicado na íntegra do site abaixo.
Autoria do texto: Jovem Pan.
Data de Publicação: 21 de maio de 2021.
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