Renan minimiza investigação da PF e diz que prevaricação de Bolsonaro ‘está confirmada’

Postado em 16 de julho de 2021

O senador Renan Calheiros (MDB) considera que o presidente Jair Bolsonaro cometeu crime de prevaricação no caso da negociação da vacina Covaxin. “Ele não tomou nenhuma providência em função das informações que recebeu. Assumiu que recebeu [os irmãos Miranda], de modo que aquele áudio que foi bastante especulado de que poderia ser apresentado já não tem mais tanta necessidade. A não ser a necessidade de acrescentar alguns nomes à denúncia feita pelo próprio presidente da República”, disse o relator da CPI da Covid-19 em entrevista ao Jornal da Manhã Entrevista, da Jovem Pan News Fortaleza, que vai ao ar neste sábado, 17.  Além do caso da vacina, o político também comentou sobre as investigações da Polícia Federal contra ele. “Era presidente do Congresso Nacional por ocasião da Lava Jato e a força-tarefa tinha como alvo claro o presidente do Congresso Nacional, que era uma espécie de presidente da política. E eles abriram mais de 30 investigações contra mim sem nenhum fato concreto. Dessas mais de 30 investigações, o Supremo já apreciou mais de dois terços delas”, disse.

Calheiros também foi perguntado sobre seu colega de parlamento, Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro, que o chamou de “vagabundo”. O relator da CPI da Covid-19 disse que reagiu às provocações, mas não deveria ter feito. “Não entendi aquilo, porque quando ele e dirigiu a mim fiquei com a impressão que ele estivesse se dirigindo ao Queiroz, ao Adriano da Nóbrega, ao Ronnie Lessa. Quer dizer, porque são essas pessoas que têm convivência com ele. O miliciano costuma chamar de vagabundo todo mundo que o contesta. E o miliciano acho que não é criminoso, que não comete crime”, afirmou. Flávio Bolsonaro protocolou nesta quinta-feira, 15, no Conselho de Ética do Senado Federal uma representação contra Renan Calheiros por abuso de suas prerrogativas constitucionais. Segundo Flávio, o relator montou um “bunker paralelo” para obter informações de forma ilegal. O Conselho de Ética, no entanto, está suspenso desde o ano passado pela pandemia e ainda não há previsão de retorno aos trabalhos.

*Com informações do repórter Fernando Martins

Fonte do artigo:

Política – Jovem Pan

Leia o artigo original clicando no link abaixo:

Read More

Trechos extraídos ou texto replicado na íntegra do site abaixo.
Autoria do texto: Jovem Pan.
Data de Publicação: 16 de julho de 2021.
Leia a matéria na íntegra clicando aqui.

Aviso Legal

A COJAE acredita que a propagação de informações relevantes e responsáveis pode ajudar a sociedade. Por isso, mobilizou sua equipe editorial em prol de confrontar as diferentes visões a respeito dos mais variados assuntos, a fim de difundir somente informações que acredita serem baseadas em fatos.
Os conteúdos aqui ora publicados estão livres do alarmismo, sensacionalismo e interesse político-ideológico amplamente divulgado pelas grandes mídias, incluindo canais de televisão e gigantes redes sociais que manipulam infielmente os dados.

Explore Seus Tópicos Favoritos

Leia mais artigos publicados em nosso blog navegando pelas categorias abaixo. Clique aqui para acessar nosso blog.

Notícias
Direito
Judiciário
Ética
Arbitragem
Editorial
Ideologia
Justiça Federal
Teologia
Todas as Categorias

Selecionadas do editorial

Artigos Relacionados

0 Comentários

0 comentários

Enviar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *