‘Devo disputar, mas não posso garantir’, diz Bolsonaro sobre eleições de 2022

Postado em 28 de julho de 2021

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta quarta-feira, 28, que não pode garantir que irá disputar a reeleição à Presidência da República em 2022. O chefe do Executivo está sem partido desde 2019, quando anunciou a saída do PSL. Bolsonaro até anunciou a criação de uma nova legenda, o Aliança pelo Brasil, mas o partido não saiu do papel, e o chefe do Executivo começou a sondar outras possibilidades. Até o momento, o presidente não se filiou a nenhuma legenda, o que pode dificultar sua candidatura em 2022. “Eu tenho que ter um partido político. Não sei se vou disputar as eleições do ano que vem. Devo disputar, não posso garantir”, afirmou em entrevista à Rádio Cidade, de Luis Eduardo Magalhães, na Bahia. O presidente ainda confirmou que a filiação ao Progressistas, legenda do futuro ministro da Casa Civil, senador Ciro Nogueira, é uma possibilidade. “Temos conversado com vários partidos, entre eles o Partido Progressistas, ao qual integrei por aproximadamente 20 anos ao longo de 28 que eu fui deputado federal”, lembrou Bolsonaro,

Na entrevista, o presidente ainda comentou sobre a reforma ministerial que foi iniciada na terça-feira, 29, com a confirmação de Ciro na Casa Civil. Devido à ida do senador para a pasta, Luiz Eduardo Ramos será deslocado para a Secretaria-Geral da Presidência da República, hoje comandada por Onyx Lorenzoni. Para abrigar Lorenzoni, o Palácio do Planalto irá recriar uma pasta que, no passado, era o Ministério do Trabalho. Bolsonaro assegura que a mudança não trará aumento de custos, porque os servidores serão apenas remanejados, uma vez que a estrutura do novo ministério já existe e está vinculada à Economia, sob responsabilidade de Paulo Guedes. “Trouxe para dentro da Presidência agora, [para] o ministério mais importante nosso, que é o da Casa Civil, o senador Ciro Nogueira, do Piauí, que é um homem adequado para conversar com o Parlamento, e o general Ramos foi para outro ministério palaciano. O general Ramos é uma pessoa nota 9. Ele não é 10 porque falta para ele um pouco de conhecimento para melhor conversar com parlamentar”, explicou Bolsonaro sobre a mudança. “Tenho certeza que a interlocução melhorará e muito. É um ministério muito importante para nós, tendo vista que nós temos que conversar com o Parlamento brasileiro. E ninguém melhor que do que um senador experiente como Ciro Nogueira”, defendeu.

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Política – Jovem Pan

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